SequenceBlog

Engenharia

Por que migramos nossa busca para o Postgres, e não Elasticsearch

Rafael Souza·25 de julho de 2026·1 min de leitura

Busca sem Elasticsearch

Quando o volume de artigos e transações começou a crescer, a busca simples com LIKE parou de escalar. A escolha óbvia do mercado seria adicionar Elasticsearch. Não foi o que fizemos.

O que usamos

O Postgres tem full-text search nativo via tsvector/tsquery, além das extensões pg_trgm e unaccent para lidar com acentuação e erros de digitação em português.

Os números

Para o nosso volume de dados (dezenas de milhares de registros, não bilhões), a diferença de performance é imperceptível para quem usa — e economizamos um serviço inteiro de infraestrutura para manter no ar.

Quando isso não seria suficiente

Se um dia precisarmos de busca semântica, facetada em larga escala ou relevância muito mais sofisticada, Elasticsearch volta pra mesa. Até lá, simplicidade vence.

#bastidores#performance#dados

Rafael Souza

Engenheiro de Software sênior, curte falar sobre arquitetura, performance e as decisões (nem sempre óbvias) por trás delas.

Comentários

Nenhum comentário ainda — seja o primeiro.

Deixe um comentário

Posts relacionados